Mas só amanhã...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
SÓ AMANHÃ
Mas só amanhã...
Postado por
Beto Renzo
às
00:14
1 comentários
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
HOJE O CÉU VAI CAIR
Postado por
Beto Renzo
às
01:43
1 comentários
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ESQUEÇO
Postado por
Beto Renzo
às
18:34
2
comentários
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
NOUTRAS
Postado por
Beto Renzo
às
04:14
2
comentários
sábado, 15 de janeiro de 2011
Muito Prazer Em Te Conhecer
Postado por
Beto Renzo
às
00:47
1 comentários
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
HOJE EU TE PERDOO
O que faz enquanto passeia por aí?
Postado por
Beto Renzo
às
01:11
1 comentários
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
TOLICE
Ali na curva
Onde a ciranda da cabeça cantarolava
Girava tirando do meu peito com tua mão delicada mas justa
Cada passo atrás de minhas costas que hoje desenham a cama em que me deito
Ali comigo
Onde ontem do incerto eu duvidava
Tombava agora qualquer certeza que na lágrima fora forjada
E num compasso um riso novo floria de luz todo o jardim da minha mesma cara
E fique surpresa
Numa forte simplicidade exata
Neste secreto conforto eu não teria porque te esconder
Mesmo depois do teu murro na boca do estômago dos meus sonhos
Eu sou ainda capaz de dizer-te: Te amo... mesmo que tua tolice queira te levar embora.
Postado por
Beto Renzo
às
11:47
0
comentários
sábado, 18 de setembro de 2010
QUE SEJA
Mas é sempre o teu rebelde juízo
O cabelo, a voz, a boca num arco
Teu sorriso
É tão perto e tão secreto
Na manhã absurda
Na lágrima catapulta
A vigília
O barulho do sol subindo
Falando comigo
Cobrando o que eu não digo
E que não te confesso
Mas é sempre o gozo de tua mão
Os olhos, as ancas, as sardas
Teu coração
É tão perto e tão secreto
Na tarde que boceja
No céu que amarela
O crepúsculo
O céu perdido comigo
Falando pra mim
Lembrando o que eu não esqueço
E que não te confesso
Mas é sempre teu doce deserto
O colo, o peito, o quero
Teu busto
É tão perto e tão secreto
Palavra desafogada da minha solidão
Postado por
Beto Renzo
às
04:05
1 comentários
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
ENQUANTO ISSO
Mesmo que pareça sem jeito
Mesmo que padeça aquele nosso tempo numa memória amarelada
Esse desejo sem explicação
Essa peito na contra-mão da lógica ditada
A voz acanhada
O amor espremido em nossas gargantas terá sua hora de voar
Terá sua vez de arrombar todo o coração
Mesmo que a chave se perca
Mesmo que suave seja a prisão onde a gente despenca da gente
Essa única graça
Esse fenômeno que caça o sono nosso
O medo nosso
O amor marginal que jogamos no fundo da vida terá justiça
Terá sua vez de perdoar nossas mentiras
Mesmo que pareça sem jeito
Mesmo que seja impossível nesse segundo apenas onde penso
Mesmo que a minha desculpa agora pareça vadia
Minha boca e tua
Nossos olhos colados e bom dia
Postado por
Beto Renzo
às
00:38
0
comentários
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
QUANTO TEMPO
Postado por
Beto Renzo
às
00:34
0
comentários






